Na pizza,orégano.No macarrão com molho de tomate,manjericão.No feijão,louro.É só desta forma que você usa as ervas?Não sabe o que está perdendo,em sabores...Descubra agora e aprenda a variar.

ALECRIM:Perfeito em cordeiro,porco ,frango,vitela e fígado.Quando fresco,é ótimo para decoração de pratos.
ALHO:Pode ser usado sem medos em carnes,legumes e peixes.Mas atenção á quantidade;não são todos que apreciam seu sabor marcante.
CEBOLINHA:Faz verdadeiras maravilhas com o sabor de saladas,ovos mexidos e omeletes,queijo branco e molhos.Além disso,ajuda na decoração dos pratos.
COENTRO:É popular no nordeste brasileiro.Seu sabor marcante e aroma refrescante são um prato cheio para frutos do mar,peixes,frango e legumes.
DILL:Também conhecido como "aneto" ou "endro".Suas sementes combinam com molhos para peixes,aves e carnes assadas.Já as folhas e flores se transformam em deliciosas saladas.
ERVA DOCE:Fresca é ótima em saladas ,e seca é um chá saboroso.Seu aroma adocicado também fica perfeito em carnes de frango e vitela.
Original da Europa,fica irresistível em molhos,pratos com ovos,frango ,saladas e sopas.Seu aroma picante faz maravilhas com alimentos de sabor menos acentuado.
LOURO:Além do tradicional"feijão" ou "feijoada",essa folha acentua também o sabor de peixes e carne assada.
MANJERICÃO:Também conhecido por"Basílico".É perfeito para receitas que levam tomate, berinjela,abobrinha e frango.O ideal é acrescentar no final do preparo do prato.A erva fresca é suave,quando seca fica bem mais picante.
MENTA:Vai bem em balas,chicletes e chá.Tempera muito bem cordeiro,ervilha e batatas.
ORÉGANO:Perfeito para tomates, berinjelas,abobrinhas,pimentão,massas e carne branca.
RAIZ FORTE:Popular na culinária japonesa.Seu sabor fica muito  bom em maioneses e molhos para carnes frias.Mas use em pequenas quantidades,já que seu sabor é muito forte e marcante.
SALSA:É de longe a erva mais popular,pois combina com omeletes,saladas,molhos, purê de batata,patês e sopas.Existe em 2 tipos:a crespa(mais usada em decoração de pratos) e a lisa(mais saborosa).
SÁLVIA:lSeu sabor é ligeiramente amargo.Mas combina muito com carne de porco,coelho e vitela grelhada,legumes secos ,queijos e lingüiças.
TOMILHOS:Popular na França.Essa erva dá muito sabor à sopas,molhos de tomate,legumes em geral,carnes vermelhas e terrines.

 
O Acarajé é um dos ícones da culinária baiana, feito com massa de feijão, recheado com vatapá.
Para  quem ñ sabe, o bolinho é patrimônio cultural do Brasil, tombado pelo Conselho Consultivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em reunião que teve a presença do ministro da Cultura, o baiano Gilberto Gil, e muito acarajé, claro
A origem do acarajé vem do akará, alimento sagrado, oferecido a Iansã, deusa africana que controla ventos, tempestades, relâmpagos e fogo.
Uma lenda africana conta que Iansã, após se separar de ogum e se unir a xangô, foi enviada pelo segundo marido à terra dos baribas em busca de um preparado que, ingerido, lhe desse o poder de cuspir fogo.
A deusa então provou do líquido e ganhou o poder. relatos históricos revelam que para homenagear os deuses, os africanos fazem cerimônias com o fogo, como o àkàrà, no qual o iniciado engole mechas de algodão embebidas em azeite-de-dendê em combustão, ritual que lembra o preparo do tradicional acarajé.
A origem do nome vem de uma versão reduzida da melodia entoada pelas baianas, no período colonial. O compositor baiano dorival caymmi reproduziu em sua música "a preta", um deles: "o acará jé ecó olailai ô". a frase seria o chamado para o freguês comprar o quitute.
A origem das baianas remonta à época do brasil-colônia, quando as negras de ganho percorriam as ruas da cidade com tabuleiros equilibrados sobre a cabeça vendendo comida. no tabuleiro, estavam as iguarias dos orixás, acarajé, vatapá, abará, que as filhas de santo comercializavam como obrigação do candomblé. Só as iniciadas no culto podiam vender o acarajé. Para isso vestiam bata e saia rendada brancas, colocavam o torso, o pano da costa, as pulseiras, balangandãs e colares na cor do seu orixá.
Na sua origem, o acarajé só podia ser vendido exclusivamente pelas filhas de santo de iansã (santa bárbara no sincretismo entre o Catolicismo e o Candomblé), em cumprimento à obrigação do seu orixá, que determinava inclusive o tempo em que essa obrigação deveria ser mantida.
Há mais ou menos 50 anos, vender acarajé tornou-se um meio de vida para a população afro-descendente de salvador, ligada ou não ao candomblé. As baianas passaram a trabalhar em pontos fixos, sendo os mais tradicionais os largos de Amaralina, Itapuã e o de Santana, no bairro do Rio Vermelho. Existem mais de 4000 baianas de acarajé de salvador, e muitos homens também vendem os bolinhos em cima de tabuleiros espalhados por quase todos os bairros da cidade.
No ritual, vale lembrar que existe também o akará, bolinho feito especificamente para Iansã, em tamanho maior, redondo e com grandes camarões em cima. Há ainda o akará oval, comida de Xangô, feito com a mesma massa do akará redondo, mas sem camarões.

RECEITA DE ACARAJÉ.
Ingredientes:
1/2 Kg de feijão fradinho
2 cebolas grandes
250 g de camarão seco (se colocar o camarão de molho por uma hora em água fria, terá que acrescentar sal, senão, cuidado, para não salgar
1 colher (chá) de gengibre ralado
Sal se necessário
Azeite de dendê para fritar
Vatapá para rechear
Preparo:
Têm duas maneiras de fazer, a primeira é muito mais prática e rápida, a segunda é a tradicional.
Acho que a rápida não fica devendo nada à segunda.
1º maneira de preparar:
Bata o feijão aos poucos no liquidificador, seco, para triturar.
Coloque em uma bacia e cubra com água.
Espere 1 minuto e retire as casacas que sobem na superfície com uma peneirinha.
Repita a operação, trocando a água mais 3 vezes.
Volte ao liquidificador, também aos poucos, agora com água o suficiente para bater, formando uma massa.
Coe em um pano fino, esprema e reserve.
Bata agora no liquidificador, a cebola, o gengibre, e o camarão.
Junte à massa de feijão em uma bacia.
Bata bem com uma colher de pau, mexendo de baixo para cima, para o ar entrar e a massa ficar bem leve, até dobrar de volume.
Coloque o azeite de dendê num tacho e deixe esquentar bem, junte uma cebola média inteira (para não queimar o azeite).
Modele os acarajés com uma colher de pau, pegue uma quantidade de massa da panela e com uma colher de sopa ajude a modelar.
A quantidade de massa para cada acarajé é de 3 colheres de sopa.
Frite e escorra em bastante papel toalha.
Recheie a gosto.
Normalmente o acarajé é servido com vatapá, molho de camarão e pimenta, para ficar como dizem os baianos, "quente"!
2º maneira de preparar:
Deixe o feijão fradinho de molho com a água durante 24 horas.
Troque várias vezes a água para não azedar.
Depois, lave bem em vários litros de água e, em seguida, retire a casca e os olhinhos pretos.
Passe o feijão no moinho ou no processador, aos poucos.
Coloque em uma bacia e o restante é igual ao preparo anterior.
Pimenta para o acarajé
Ingredientes:
1/2 kg de pimenta malagueta
Camarão seco a gosto
Azeite de dendê a gosto
Sal
Preparo:
Pique o camarão em pedaços bem pequenos.
Em uma frigideira, junte todos os ingredientes e frite um pouco.
Deixe a mistura bem molhada.
OBS: Se for na Bahia para  comer acarajé,tome cuidado para não pedir”Acarajé Quente”,porque em “baianes,quer dizer “carregado na pimenta!

  • Apesar de ser possível “experimentar” deixar a carne de molho, embebida em uma série de temperos à moda européia, o verdadeiro churrasco não leva mais do que sal grosso como tempero. É a mistura deste sal com uma quantidade razoável de gordura que deixa o sabor genuíno do churrasco aparecer.
  • Quando for utilizar qualquer tempero, prefira vasilhas de plástico ou de vidro, pois as de alumínio oxidam o tempero, modificando seu sabor.
  • Evite temperos ácidos como limão e vinagre, pois eles enrijecem a carne.
  • Quando a peça for de bom tamanho (1,5kg ou mais) , deve-se utilizar o espeto a 60cm ou mais do braseiro que deve estar bem vermelho e sem fogo. Usa-se sal grosso e fatia-se a peça aos poucos, voltando-se para o braseiro com algumas pitadas de sal.É muito importante evitar que a carne perca o seu suco – aquele sanguinho que a deixa macia e suculenta – por isso evite cortar a carne para ver se ela está no ponto.Cubra a carne sempre que necessário para evitar as moscas.
  • Deve-se proteger a carne antes de guardá-la no freezer ou na geladeira. O ideal é utilizar uma etiqueta para registrar o tipo da carne e a data do congelamento.
  • As carnes pequenas como bistecas, filés, chuleta, picanha e contrafilés fatiados devem ser assados em uma grelha a cerca de 20cm do braseiro.
  • Passa-se as peças no sal grosso, coloca-se na grelha e deixa-se até que se forme um suor de sangue na superfície; essa é a hora correta de virar a carne.
  • Quando o mesmo ocorrer do outro lado, a carne está pronta, ou seja “mal passada”. A carne deve ser consumida preferentemente mal passada ou “ao ponto”, evitando-se o consumo na forma “bem passada”, pois o paladar a esta altura encontra-se bastante prejudicado.
  • Para assar qualquer carne, um segredinho é deixar a maior parte do tempo a gordura para cima para que caia pela própria gravidade, penetrando nas fibras e dando maior sabor e maciez.
  • Uma dica muito importante: a temperatura da churrasqueira deve se manter constante, pois se esfriar muito rapidamente a carne pode “encruar”, ou seja encolher e endurecer.
  • Por isso não se deve jogar água na churrasqueira para apagar as chamas, mas areia misturada com as cinzas dos churrascos anteriores.
  • Nunca se deve utilizar produtos poluentes para iniciar o fogo (gasolina, querosene, óleo diesel, etc.)
  • O ideal é colocar um pão velho no centro do braseiro (embebido em álcool) cobri-lo com carvão e atear o fogo com segurança. Existem também produtos à venda especificamente para este fim e alguns sacos de carvão já trazem junto um acendedor próprio.
  • Quando estiver próximo de uma churrasqueira, tome cuidado com as bebidas alcoólicas: o calor aumenta a circulação sangüínea e a absorção do álcool, gerando embriaguez com menor quantidade de álcool.
  • Procure sempre trabalhar à sombra, evitando danos à saúde causados pela exposição prolongada ao sol no horário do meio-dia.
  • Mantenha sempre as crianças afastadas da churrasqueira, pois facas afiadas, garfos pontudos, fogo, álcool podem causar sérios problemas nas mãos de uma criança.
  • As facas devem estar sempre muito bem afiadas para evitar o “mascamento” das fibras e dar um acabamento mais bonito ao churrasco.