SANDUÍCHES:BURACO QUENTE.



300 gramas de queijo fatiado
1 quilo de carne moída
8 pães franceses
Maionese

Prepare a carne moída de forma que fique sequinha, mas bem temperada. Corte a ponta do pão e retire o miolo. Reserve a tampa. Passe maionese em todo interior do pão. Forre com uma fatia de queijo. Encha com a carne. Finalize com mais uma fatia de queijo e a tampa. Leve ao forno até dourar e sirva quente.


ESSE TEMA QUERO DEDICAR Á MEU AMIGO RICARDO,QUE ME DISSE SER " EXPERT " NO ASSUNTO.

  A história do sanduíche é a história do inglês Fourth Earl of Sandwich,primeiro lorde almirado,ou simplesmente John Montagu.Ele viveu de 1718 á 1792.Naquela época,nenhum  homem público teve reputação de ser mais amargo,e ao mesmo tempo,mais amado por seus subordinados no almirado.
  Conta a história,que certa noite,enquanto participava de mais uma de suas rodadas de carteado,pediu a um de seus criados que preparasse uma coisa "simples e rápida".Ele não queria abandonar seu passatempo favorito. 
 Sem saber o que fazer,o criado pegou dois pedaços de pão e colocou um naco(pedaço) de presunto no meio.O lorde adorou a novidade,nunca mais jantou ,só comia sanduíches.
 De lá para cá,as pessoas ficaram muito mais ocupadas que John Montagu e ,por isso,a invenção virou mania universal.Com um visual atraente,sua praticidade e a possibilidade de receber novos ingredientes ,possibilitando grande variedade,o sanduíche viu passar dois séculos de história sem perder o glamour.






Os indígenas norte-americanos e os nativos de Nahuatl mascavam resinas de árvores; em 1860 o industrial norte-americano Thomas Adams começou a fabricar gomas de mascar em grande escala.
No século XVI, os colonizadores europeus descobriram que os indígenas norte-americanos tinham o hábito de mascar a resina de uma árvore chamada abeto vermelho. Na América Central, os nativos de Nahuatl, da península do Iucatã, preferiam a resina do sapotizeiro (Achras Sapota), que chamavam de chictli ou txicli, palavra que deu origem a chicle em inglês. As primeiras gomas de mascar datam do século XIX, à base de resina de abeto com sabor de creme. Em 1860, o industrial norte-americano Thomas Adams começou a fabricar chicletes em grande escala.
Ele trazia da América Central a resina do sapotizeiro, fervida, esfriada e cortada. Nos Estados Unidos, ela era refinada, esterilizada e misturada com açúcar, xarope de milho e aromatizantes. Depois da Segunda Guerra Mundial, a resina foi substituída por substâncias sintéticas. A receita também inclui parafinas e ceras vegetais para evitar a aderência da goma aos dentes, além de um antioxidante contra a deterioração e aditivos para dar cor e sabor.
Depende do lugar. O segredo do tutti-frutti é mesclar os sabores mais populares para o paladar de cada país. No Brasil, a mistura leva laranja, banana, abacaxi, baunilha e morango. Na fórmula americana, a principal diferença é a cereja, fruta muito popular por lá. Na Ásia, adiciona-se o cravo e, na Europa, a mistura tem gostinho de canela. Mas não é uma composição fixa. Em outras épocas, o tutti-frutti brasileiro já teve maçã, groselha, framboesa e limão. "O aroma suave da maçã acabou eliminado porque mal era percebido em meio aos sabores intensos da banana e do abacaxi. Já a groselha e a framboesa saíram porque eram muito caras. O limão também, mas foi substituído pela laranja", afirma o químico Moisés Galano, gerente de criação de uma empresa que desenvolve aromas. Qualquer que seja a combinação, o tutti-frutti surge de uma mescla de substâncias aromáticas que dão sabor às frutas na natureza.

Cada fruta possui cerca de 300 dessas substâncias, mas apenas as principais são utilizadas para criar cada sabor artificial. É o suficiente para sentir a parte mais importante do gosto da fruta. Embora possa ser criado a partir de essências naturais, o mais comum é que o tutti-frutti seja formado por substâncias aromáticas sintéticas, produzidas em laboratório desde o fim do século 19. Nesse processo, o primeiro passo é isolar os principais ingredientes da substância desejada, determinar suas estruturas orgânicas e depois reproduzi-las por meio de uma série de reações químicas. No fim vem a parte mais criativa: uma mistureba de todas as substâncias aromáticas até chegar no ponto ideal. "O processo é todo automatizado. Um aparelho reúne centenas de substâncias e o resultado é degustado em um dispositivo que exala o aroma. Os ajustes finais são feitos por computador", diz Moisés.