A carne é o alimento que tem acompanhado a evolução do homem desde a época em que ele habitava as escuras cavernas. Nos primeiros tempos, a alimentação humana era essencialmente vegetariana, baseada principalmente no consumo de frutos e de algumas folhas. Mas, uma vez experimentada, a carne incorporou-se definitivamente aos hábitos alimentares da espécie humana. Depois da descoberta desse sabor, qualquer animal que andasse por cima da terra, cruzasse os ares ou deslizasse sob as águas dos rios era prenúncio de um farto banquete.
Assim se alimentou a humanidade por muito tempo até que foi descoberto o fogo.
Mas, num belo dia, por acaso, alguém resolveu chamuscar as carnes que tinha acabado de caçar. O resultado não podia ter sido melhor, pois, além da considerável melhora no sabor, foi possível perceber que, nos dias seguintes, o assado continuava bom para o consumo, não se deteriorando tão rapidamente como a carne crua. Esse assado é o ancestral do churrasco, que pode ser considerado o mais antigo dos pratos da culinária mundial.

Rende 2 porções.

1/2 xícara de (chá) de cebolinha picada.
1 xícara de (chá) de missô(pasta de soja).
150 ml de água.
2 colheres de (sopa) rasas de amido de milho.
3/4 de xícara de(chá)de molho de soja.
Tofu(queijo de soja)em cubos(opcional)

Bata todos os ingredientes no liquidificador,exceto a cebolinha e o Tofu.Coloque o líquido em uma panela e leve ao fogo baixo para engrossar levemente.
Distribua em porções,polvilhe com cebolinha e o Tofu e sirva quente.
Até pouco tempo reservada á colônia de imigrantes e as poucas pessoas que se aventuravam a experimentar sabores exóticos,a culinária japonesa surgiu como um fenômeno nos últimos anos e conquistou fiéis admiradores pelo Brasil todo.Antes em número  reduzido,os restaurantes especializados nesta cozinha tão peculiar ,hoje se espalham desde a pequenas cidades até aos grandes centros.
E quem disse que só se saboreia essas delicias em restaurantes?Com paciência e os ingredientes certos,vão sair delícias de sua cozinha...Não tenha medo de tentar!

RECEITAS:
HARUMAKI DOCE.


MASSA:
4 e 1/2 de xícara de(chá) de farinha de trigo
2 xícaras de(chá) de água
1/2 colher de(chá) de sal.
Em uma panela funda,misture a água e sal e a farinha  até obter uma massa pegajosa e homogênea.Cubra com um pano e deixe na geladeira por 24 horas.No dia seguinte,aqueça a frigideira anti aderente, untada com pouco óleo,até que fique morna.Retire pequenas porções ,formando uma panqueca bem fina.Repita todo procedimento até terminar toda massa.Reserve.

RECHEIO:
6 maçãs cortadas em fatias finas.
1 xícara de(chá) de açúcar.
Canela em pó a gosto.
Em uma panela,coloque as maçãs e o acúcar e deixe cozinhar até quea as maçãs estejem bem macias.Deixe esfriar e reserve.

MONTAGEM.
Recheie a massa como para panquecas,enrole e feche as pontas como envelope.Frite em óleo quente.Polvilhe com canela à gosto e sirva morna.

OBS:Varie o recheio com banana,brigadeiro,queijo e goiabada.ou o que sua imaginação mandar.
O kani kama é alimento rico em proteína, nutriente importante no cardápio diário, pois participa na composição de hormônios e enzimas e é fundamental para a manutenção do organismo. Embora rico em proteína, contém menor quantidade do que os pescados frescos, não podendo substituí-los integralmente. Deve ser comido como uma alternativa. 
Em japonês, a palavra kani significa caranguejo e deu origem ao nome do produto porque é aromatizado com extrato ou carne desse crustáceo. 
Na década de 70, o Japão começou a industrializar o kani, que rapidamente se tornou popular no mundo inteiro. Tendo como base a receita dos ancestrais, hoje o principal componente do kani é o surimi – massa feita com carne de pescado. Para seu preparo são usados peixes de carne muito branca, provenientes dos mares mais gelados. A carne é moída e lavada em água doce gelada. 
Ao surimi são acrescentados extrato de caranguejo ou lagosta e ingredientes como amido de trigo, clara de ovo, açúcar, extrato de algas, sal, vinho de arroz, proteína de broto de feijão e glutamato monossódico. Essa pasta é moldada em finas camadas, que são enroladas até ficarem com 1,5 cm de diâmetro. Em seguida, a massa é tingida com corante alimentício vermelho, embalada em plástico a vácuo, cozida na própria embalagem e cortada dentro do plástico em bastonetes com 7,5 cm e 17 gramas cada. Estão prontos para serem congelados