Até pouco tempo reservada á colônia de imigrantes e as poucas pessoas que se aventuravam a experimentar sabores exóticos,a culinária japonesa surgiu como um fenômeno nos últimos anos e conquistou fiéis admiradores pelo Brasil todo.Antes em número  reduzido,os restaurantes especializados nesta cozinha tão peculiar ,hoje se espalham desde a pequenas cidades até aos grandes centros.
E quem disse que só se saboreia essas delicias em restaurantes?Com paciência e os ingredientes certos,vão sair delícias de sua cozinha...Não tenha medo de tentar!

RECEITAS:
HARUMAKI DOCE.


MASSA:
4 e 1/2 de xícara de(chá) de farinha de trigo
2 xícaras de(chá) de água
1/2 colher de(chá) de sal.
Em uma panela funda,misture a água e sal e a farinha  até obter uma massa pegajosa e homogênea.Cubra com um pano e deixe na geladeira por 24 horas.No dia seguinte,aqueça a frigideira anti aderente, untada com pouco óleo,até que fique morna.Retire pequenas porções ,formando uma panqueca bem fina.Repita todo procedimento até terminar toda massa.Reserve.

RECHEIO:
6 maçãs cortadas em fatias finas.
1 xícara de(chá) de açúcar.
Canela em pó a gosto.
Em uma panela,coloque as maçãs e o acúcar e deixe cozinhar até quea as maçãs estejem bem macias.Deixe esfriar e reserve.

MONTAGEM.
Recheie a massa como para panquecas,enrole e feche as pontas como envelope.Frite em óleo quente.Polvilhe com canela à gosto e sirva morna.

OBS:Varie o recheio com banana,brigadeiro,queijo e goiabada.ou o que sua imaginação mandar.
O kani kama é alimento rico em proteína, nutriente importante no cardápio diário, pois participa na composição de hormônios e enzimas e é fundamental para a manutenção do organismo. Embora rico em proteína, contém menor quantidade do que os pescados frescos, não podendo substituí-los integralmente. Deve ser comido como uma alternativa. 
Em japonês, a palavra kani significa caranguejo e deu origem ao nome do produto porque é aromatizado com extrato ou carne desse crustáceo. 
Na década de 70, o Japão começou a industrializar o kani, que rapidamente se tornou popular no mundo inteiro. Tendo como base a receita dos ancestrais, hoje o principal componente do kani é o surimi – massa feita com carne de pescado. Para seu preparo são usados peixes de carne muito branca, provenientes dos mares mais gelados. A carne é moída e lavada em água doce gelada. 
Ao surimi são acrescentados extrato de caranguejo ou lagosta e ingredientes como amido de trigo, clara de ovo, açúcar, extrato de algas, sal, vinho de arroz, proteína de broto de feijão e glutamato monossódico. Essa pasta é moldada em finas camadas, que são enroladas até ficarem com 1,5 cm de diâmetro. Em seguida, a massa é tingida com corante alimentício vermelho, embalada em plástico a vácuo, cozida na própria embalagem e cortada dentro do plástico em bastonetes com 7,5 cm e 17 gramas cada. Estão prontos para serem congelados

COMIDAS ESTRANHAS!!!!


Navegando pelo mundo gastronômico da web encontrei no blog da gastronomia e negócios um post de Humberto Baraldi que me chamou demais a atenção.
Baraldi comenta sobre os pratos mais inusitados de alguns países que estão disputando a copa do mundo de futebol. A matéria e tão sensacional que transcrevo na integra.



"É difícil encontrar quem não torça o nariz para algum tipo de alimento. O inglês, naturalizado brasileiro, Grant Norrie, 30, por exemplo, já comeu de tudo ao longo de suas viagens, porém recusa amendoim. Já o jornalista paulista João Paulo Baxega, 27, não pode sentir o cheiro de frango. “Tenho muito nojo da carne”, confessa. Detalhe: tanto o amendoim, quanto a carne de galinha são comuns no dia a dia do brasileiro e mesmo assim entram para na lista de repulsão de muitas pessoas. Imagine então em provar cérebro de macaco, barata frita, pênis de cobra e intestino cru de foca. Para os corajosos, o Gastronomia & Negócios garimpou as refeições mais “bizarras” consumidas por algumas seleções que se enfrentarão na Copa do Mundo 2010. É preciso ter um estômogo de avestruz!
Na África do Sul, sede da competição, cérebro de macaco é um prato comum, como o nosso arroz e feijão. Segundo especialistas, o alimento é rico em fósforo, proteínas e vitaminas. O do gorila tem um atrativo especial, pois é considerado afrodisíaco



Em algumas regiões do Brasil, índios também gostam da iguaria. Em pontos da Amazônia, o macaco-prego é servido cozido, apesar da proibição. Outra carne que não falta no menu indígena é a içá, espécie de formiga-mestra do formigueiro. O prato é adotado ainda pelos habitantes do Vale do Paraíba, interior de São Paulo. Há quem a consuma pura ou com farinha. O escritor Monteiro Lobato era um apreciador do prato e comparava seu gosto ao caviar.
Nos Estados Unidos, além dos famosos hambúrgueres, esquimós do Alasca fazem qualquer coisa para “se deliciar” com um intestino cru de foca. Na América Central, especificamente em Honduras, iguanas são cozidas e acompanhadas de feijão. E não pense que só na África ou na América que existem refeições exóticas. Na européia Itália, povos da região sul do país comem carne de cavalo e ainda confessam que a iguaria é muito macia.
Já no oriente, a China é pródiga em comidas consideradas estranhas para os ocidentais. Nas feiras livres há espetinho de escorpião, barata frita, feto de avestruz cozido, sopa de cachorro e pênis de cobra.
Barbatana de tubarão grelhada faz parte da culinária de Hong Kong, que além de cobra frita e coquetel feito com o sangue do animal, o povo costuma se alimentar de centopéias. Outra iguaria muito apreciada é o “ovo de Mil Anos”. Trata-se de um ovo que fica “descansando” por três meses em uma mistura de chá, sal e cinzas de madeira e carvão. Depois desse tempo ele fica com a clara amarela e a gema verde. É servido com vegetais e carne de água-viva.
O baiacu, peixe venenoso encontrado em água japonesas, é o principal ingrediente do “fugu”. Apesar do veneno ser letal para humanos, o prato mantém uma pequena quantidade dele — o suficiente apenas para deixar a boca dormente. Por isso, desde os anos 50 é necessária uma licença especial do governo japonês para servir o prato.
Durante a Copa do Mundo de 2002, a Fifa sugeriu que o consumo de carne de cachorro fosse suspenso na Coréia. Segundo Chung Mongjoon, presidente da federação de futebol da Coréia do Sul, esse assunto não compete à Fifa. Os pratos estranhos à base de cachorro são especialidades da culinária coreana.
Os “fora” da Copa
Outras nações não foram escaladas para o mundial deste ano, mas mesmo assim o G&N destaca a culinária um tanto quanto inusitada de outros países, como o da Tailândia, que adora consumir pênis de tigre.
Na Islândia, o “hákarl”, feito de carne de tubarão apodrecida, é sensação. Enquanto na Lapônia, a rena aparece ensopada ou frita, e o seu fígado é comido com passas.
Em Mali, algumas tribos costumam preparar um guisado com os vermes que se alimentam das folhas das palmeiras. E no longínquo Uzbequistão, as tribos das montanhas comem um prato à base de cérebro e de olhos de cabrito.


Se você perguntar para um americano quais as comidas típicas dos Estados Unidos, ele provavelmente dirá: Meatloaf, fried chicken withmashed potatoes, baby back ribs, steak e barbecue (BBQ), entre outras.
Para fazêr meatloaf e necessario assar carne moída com diversos condimentos em uma forma tipo para pão ou qualquer outra forma pequena.
Fried Chicken with mashed potatoes é frango frito com purê de batatas. Americanos não são fãs de arroz, eles preferem batatas.
Baby Back Ribs são costelas de porco assadas, só que eles regam a carne com molho adocicado.
Steak – para quem não sabe steak em inglês é bife. Só que o bife daqui é muito diferente, ele é enorme, tanto em largura como em grossura. O famoso New York Stripe Steak então é gigantesco.
BBQ é o churrasco deles, porém é super diferente do churrasco brasileiro, pois é acompanhado de molhos adocicados conhecidos como Barbecue sauce. Para eles churrasco não é considerado o mesmo sem esse molho doce. Eu ainda prefiro nosso rodízio.
Ainda podemos adicionar outros pratos a nossa lista: turkey e cranberry jelly, gravy (peru com geléia de cranberry com molho de carne) e de sobremesa a pumpkin pie (torta de abóbora) que é comida tradicional doThanksgiving ( dia de ação de graças).
Outros pratos consumidos em outros feriados incluem spaghetti (espaguete), eggplant parmesian (beringela à parmegiana) e stuffed mushrooms (cogumelos recheados). Americanos também gostam de fazer beef stew (cozinho de carne).
Mas a melhor parte são os doces: brownies, muffins, chocolate chip cookies e apple pie. Brownies são como pedaços de bolo de chocolate, porém mais compacto. Muffins e bolo inglês. Chocolate chip cookies são bolachas com gotas de chocolate. Apple pie é torta de maça.
As diferenças no uso de condimentos são perceptíveis: americanos usam menos sal ao preparar alimentos, eles adoram pratos apimentados (uma razão pela qual comida mexicana é famosa aqui) e frituras. Nas saladas eles gostam de diversos tipos de molhos, entre eles estão os tipo ranch, thousand island dressing, cesar, blue cheese, honey dijon e muitos outros.
O tipo de  comida consumida em cada refeição difere do que comemos no Brasil. No café da manhã americanos geralmente comem pratos altamente calóricos, exemplos são torradas com ovos fritos, hash browns (um bolinho de batata-palha), waffles, bagels (tipo um pão em formato de rosca) e salsichas com acompanhamento de suco de laranja, eles também comem cereal e pão com geléia de amendoim. Como geralmente o tempo de almoço é mais curto, eles comem vários tipos sanduíches (hoagies, subs), batatas fritas, barras de cereais ou de chocolates, resumindo: fast-food. O jantar é mais cedo (por volta das dezoito horas) e composto de items de alta proteína, tais como carne, frango, peixe, massas, batatas mais saladas e sobremesa.