SUSHI.COMO SURGIU?



A HISTÓRIA DO SUSHI.
 Os peixes, as algas e frutos estão presentes em praticamente todos os pratos da culinária japonesa. As terras são montanhosas e são poucos os locais onde é possível desenvolver a agricultura. O arroz é uma cultura de alta produção em áreas pequenas.
O sushi é a combinação do arroz com os pescados crus. Apesar de parecer uma combinação estranha e exótica é, na verdade, uma combinação logicamente adaptada aos produtos regionais.
Antigamente os peixes para serem transportados para outros lugares eram conservados no arroz cozido. Os japoneses sabiam que o arroz liberava o ácido acético e láctico que garantiria a qualidade por mais tempo. A técnica também era usada pelos pescadores que ficavam pescando em alto mar, criando-se assim o sushi prensado.
No século XVIII um cozinheiro chamado Yohei decidiu parar de utilizar o peixe fermentado e passou a oferecer algo parecido com o que conhecemos por sushi. A preparação se tornou muito popular em Osaka que na época era a capital comercial do Japão. Era justamente nesta cidade que se reuniam os comerciantes de arroz.
Osaka está situada na região de Kansai e assim ficou conhecido o estilo de sushis enrolados em algas, decorados e apresentados de forma alegre e colorida. Já na região de Tókio o estilo era o Edo e cujo melhor exemplo é o nigirizushi, aquele bolinho de arroz coberto com o peixe sem a utilização da alga.
Em meados do século XIX, começou-se a utilizar o vinagre, o wassabi e o gengibre, pois eles tinham fortes poderes antibacterianos e havia uma grande preocupação quanto a manipulação e o consumo dos peixes crus. Surgiram assim, os primeiros quiosques que faziam sushi no formato que conhecemos hoje.

Nigirizushi (bolinho de arroz coberto com o peixe sem
a utilização da alga)





Equipamentos Necessários
Preparar estas delícias orientais não é tão difícil quanto parece. Primeiro tenha à mão alguns equipamentos que serão essenciais para facilitar o preparo.
Veja o que você vai precisar:
Uma faca bem afiada, também chamada faca bento.
Sushimaki sudare ou makisu
Eesterinha de bambu para o preparo de sushis.
Chawan mushi
Tigelinhas de cerâmica ou laqueadas para o molho shoyu.
Espátula para retirar e espalhar o arroz sobre a alga, pode-se utilizar as mãos, porém o arroz é bem pegajoso. Uma dica é ter uma pequena tigela com água e gotas de vinagre para umedecer as mãos. Dessa forma o arroz não gruda.
Uma tábua para o preparo e corte dos sushis.
Uma toalha úmida para limpar as mãos sempre que necessário.
Escolha dos Frutos do Mar
Os frutos do mar são presença quase que obrigatória em todos os pratos da cultura japonesa. Os peixes são consumidos praticamente crus, por isso, deve-se ter muito cuidado ao escolher estes ingredientes. Eles devem estar o mais fresco possível, cortados e temperados conforme a indicação de cada receita. Os mais utilizados são o atum, o salmão, namorado, o cara-pau, o camarão e as lulas.
Aprenda a verificar os sinais de frescor dos peixes:
Veja se olhos estão claros e brilhantes.
A pele deve estar úmida.
As guelras devem ser vermelho-claras e as escamas difíceis de remover. Quando pressionada, a carne deve voltar facilmente.
O peixe deve cheirar bem e estar limpo.
Tipos de Sushi
Existem vários tipos diferentes de sushis e, de acordo com o formato e recheio, recebem nomes diferentes.
Os mais conhecidos são:
Califórnia
Versão americanizada de uramaki, é uma boa opção para quem não gosta de peixe cru. Vem com kani, pepino e manga (ou abacate). Algumas vezes o sushiman inclui maionese, outras vezes cream cheese.
Hossomaki
É o arroz e o recheio envoltos em alga marinha. Hosso quer dizer fino e maki significa "enrolado", daí, "enrolado fino". Conforme o recheio usado, o hossomaki leva um nome diferente:
Tekamaki - de atum.
Kapamaki - de pepino.
Shakemaki - de salmão.
Nigiri
Bolinho de arroz em forma alongada coberto com fatias de peixe cru ou ainda polvo e camarões. Sempre preparados à mão sem a ajuda de esterinhas ou formas e apresentados em pares. O movimento da mão ao fazer este bolinho leva o nome, em japonês, de niguiri, daí o nome deste sushi.
As pessoas tendem a "molhar" o arroz do niguiri no shoyo, mas o certo conforme a cultura oriental é "molhar" o peixe.
Temaki
É o cone de alga recheado com arroz, peixe e pepino. O nome quer dizer "enrolado na mão" (Te=mão). A alga marinha do temaki tem que estar bem sequinha e crocante. Se você demora para comer (quando pede para entregar em casa, por exemplo), a alga amolece com a umidade e fica "borrachenta".
Uramaki
Arroz sobre folha de nori (alga), tiras de peixe ou outros ingredientes, enrolado de forma que o arroz fique na parte externa. Ura quer dizer "fora". O uramaki normalmente vem com gergelim, que além de enfeitar, dá um sabor especial. Depois é cortado em 6 unidades. O mais conhecido é o uramaki califórnia.
A culinária japonesa é uma arte muito delicada. Formas e cores compõem os pratos servidos em travessas laqueadas, cerâmica trabalhada, bambu trançado, ou madeira decorada. Em qualquer refeição os ingredientes são perfeitamente combinados e apresentados com visual magnífico.
No caso dos sushis, capriche na apresentação. Escolha um prato bonito, de preferência liso para contrastar com as cores e formas dos sushis. Sirva com fatias de gengibre agridoce que ajuda a neutralizar o paladar do peixe. Para dar mais sabor aos sushis e ajudar a compor o visual, utilize o gergelim. O wasabi (raiz forte) e shoyo (molho de soja) também são acompanhamentos obrigatórios.
Fonte: www.emporiovillaborghese.com.br

BAURU



100 gramas de mussarela em uma fatia
½ xícara (chá)de água
60 gramas de rosbife
folhas de alface
1 tomate fatiado
1 pão francês
pepino em conserva
orégano
sal

MODO DE FAZER.
Colocar a água para ferver em uma frigideira antiaderente e acrescentar a fatia de mussarela. Em fogo baixo, deixar que o queijo derreter totalmente. Retirar do fogo. Cortar o pão francês ao meio e retirar o miolo da tampa. Cobrir o fundo com as fatias de rosbife. Colocar 3 fatias de tomate sobre o rosbife e temperar com sal e orégano. Cobrir com fatias de pepino em conserva. Com uma espátula, retirar o queijo derretido da frigideira e colocar na cavidade da tampa do pão. Colocar sobre a base e servir.

BAURU CHIC - O VERDADEIRO!




45 gramas de queijo estepe
45 gramas de queijo prato
45 gramas de queijo suiço
70 gramas de rosbife
Pepino em conserva
Tomate em rodelas
1 pão francês


Rosbife - Peça inteira de lagarto assado em fogo alto (braseiro),deixando dourada por fora e ao ponto por dentro.

Queijo - Misture proporções iguais dos três tipos de queijo e cozinhe em água com manteiga até completa mistura dos três.

Pepino - pepinos inteiros cozidos no vinagre por 7 dias.

Corte um pão francês ao meio no sentido horizontal. Retire o miolo da parte superior. Na parte inferior coloque 5 a 6 fatias de rosbife. Em cima do rosbife são colocadas 3 rodelas finas de tomate. Em cima do tomate são colocadas 3 rodelas finas de pepino em conserva. Em uma forma ou frigideira aqueça um pouco de água (300 ml) sem deixar ferver. Coloque para derreter na água 10 gramas de manteiga. Após derreter a manteiga misture a água, em proporções iguais de cada tipo de queijo e deixe derreter até formar uma pasta homogênea. Na parte superior do pão (canoa) coloque o queijo derretido. A parte superior do pão é colocada sobre a parte que já está preparada. Corte ao meio em diagonal e pode saborear o verdadeiro Bauru em sua forma original.


A importância do sanduíche Bauru para o município vem por meio da historia de seu criador, Casemiro Pinto Neto, nascido em Bauru (SP) em 5 de abril de 1914. Em 1931, ingressou na Faculdade de Direito da USP no Largo do São Francisco. Como ele e outros intelectuais da época freqüentavam o bar "Ponto Chic", no largo do Paissandu, Casemiro ("Bauru"), o apelido que carinhosamente ganhou de seus amigos, sugeriu um tipo de sanduíche, que imediatamente recebeu o nome de seu criador: Sanduíche Bauru.
A difusão do sanduíche Bauru não se restringiu somente ao bar onde fora criado e nem tampouco à cidade de origem de seu criador. Em todo Brasil e até mesmo em outros países, o sanduíche Bauru, tornou-se popularizado pela receita composta com os ingredientes (presunto, queijo e tomate), também recebe inúmeras variações considerando as influências regionais e adaptações, ora acrescentando ou retirando alguns ingredientes, porém não deixando de levar o nome da cidade de Bauru a todas as lanchonetes e bares onde é confeccionado.
A preservação e valorização deste simples sanduíche, como patrimônio imaterial da cidade, que é lembrada como a cidade do sanduíche, é motivo de orgulho e estima aos bauruenses. O Sanduíche tem em sua receita original o pão francês sem miolo, fatias de roastbeef, queijo derretido, rodelas de tomate, pepino em conserva, orégano e sal a gosto.


No ano de 1931, Casimiro Pinto Neto, ingressou na Faculdade de Direito da USP no Largo do São Francisco. Orgulhoso de sua cidade natal, sempre foi conhecido pelos colegas como "Bauru".
Juntamente com seus contemporâneos (estudantes, artistas e intelectuais), freqüentava o restaurante "Ponto Chic", no Largo do Paissandu. Muitas são as histórias relacionadas ao Ponto Chic, passando por Madame Fifi com suas francesas nos altos do mesmo prédio, assembléias de estudantes da Faculdade São Francisco, MMDC e a revolução de 32, a invenção do sanduíche mais famoso do Brasil - O BAURU, as discussões políticas, o futebol, a Gazeta Esportiva, o basquete, negociação de craques, chegando a idéias, textos e composições inspiradas pelo ambiente. Até os dias de hoje o Ponto Chic mantém sua tradição de oferecer aos clientes, em sua forma original, o sanduíche mais famoso do Brasil - O "BAURU" (PONTO CHIC, 2006).
Numa noite, em 1934, procurou apressadamente, o cozinheiro do restaurante (Sr. Carlos), e "ditou" a receita do sanduíche: pão francês sem miolo, uma porção de queijo derretido em banho-maria, fatias de roastbeef, rodelas de tomate e pepino em conserva (picles).
Segundo Casimiro, essa receita incluía os elementos básicos de um lanche equilibrado em albumina, proteína e vitamina, conforme havia lido em um livreto de alimentação para crianças, da Secretaria de Educação e Saúde, escrito pelo Ex-prefeito Wladimir de Toledo Pisa, também freqüentador do Ponto Chic.
Quando estava comendo o segundo sanduíche "Quico" (Antônio Boccini Jr.), um amigo que era muito guloso, pegou de sua mão um pedaço do sanduíche e gostou. Aí, pediu ao garçom, um descendente russo chamado Alex, - Me vê um desses do "Bauru" -. Na mesma noite, outros freqüentadores pediram o novo sanduíche, dizendo que queriam um "igual ao do Bauru". Nascia assim um dos mais famosos lanches do Brasil, hoje conhecido até em outros países.
Em Bauru o sanduíche foi divulgado por José Francisco Júnior (o Zé do Skinão) que conheceu Casimiro Pinto Neto em meados 1957. Transformou sua lanchonete (O Bar do Skinão) no principal ponto bauruense de divulgação do Sanduíche Bauru, o fazendo muitas vezes gratuitamente.
Atualmente o tradicional Sanduíche Bauru pode ser encontrado nos seguintes estabelecimentos: Skinão lanches (Rua Rio Branco esquina com Rua Júlio Maringoni); Bauru Chic (localizado próximo ao Bauru Shopping); Bar Aeroporto (no Aeroclub de Bauru); Buffet Mantovani (Av. Elias Miguel Maluf, 1-25), além do Bar e Restaurante Ponto Chic em São Paulo (Largo do Paissandu, 27).